Educação

Felicidade no Trabalho – é possível?


15/09/2021

É possível ter Felicidade no Trabalho?

Vivemos na era dos excessos: tecnologia, informação, eventos e, com toda essa agitação, como ficamos, ou melhor, lidamos com alguns sentimentos e emoções?

Às vezes, a resposta é: “não sei, não dá tempo de pensar nisso”.

Da mesma forma, com a felicidade não é diferente.

Quer ver como não damos atenção a essa sensação?

Quantas vezes, por semana, você pensa na sua felicidade? Ainda, com relação ao seu trabalho, você se considera feliz fazendo o que faz? Já pensou nisso? Bem, primeiro vamos ao conceito de felicidade. Segundo a Dra. Christine Carter, formada pela Universidade da Califórnia, para sentirmos felicidade, é preciso se ter acesso a uma gama de emoções positivas, como esperança, gratidão, otimismo, confiança, inspiração e admiração.

Assim, promover eventos que sustentem o conhecimento sobre a felicidade, para o mundo organizacional, é fundamental, já que sabemos que pessoas felizes são mais engajadas, ficam doentes com menor frequência, faltam menos e são mais colaborativas.

Então, por que muitas empresas ainda não fazem nada para que isso se torne frequente? Porque muitas não sabem nem por onde começar, e outras acreditam que as ações precisam atingir a todos. Ledo engano. A felicidade não é algo que controlamos ou forçamos nos outros e, também, não existe fórmula mágica.

Por isso, algumas ações podem ajudar a promover um ambiente em que as pessoas possam viver experiências felizes.

Por exemplo:

  • Dar liberdade e autonomia para as pessoas, permitindo que tomem decisões. Isso aumenta a confiança interna, fazendo com que elas se tornem mais participativas na empresa;
  • Elogiar as pessoas sempre que possível. Obviamente, os elogios devem ser sinceros;
  • Justiça e transparência nos processos. Em todos eles;
  • Relações positivas e harmoniosas. Claro, os líderes, neste caso, sempre serão os exemplos, por isso, essa atitude deve se iniciar por eles.

Embora não seja possível garantir que, ao se fazer isso, todos se sintam mais felizes, é claro que, então, deve ser iniciado um processo de criar algumas condições para que se possibilite emoções positivas.

É fato que ninguém faz pelo outro aquilo que não se deseja a si mesmo, logo, estar feliz é também uma opção e, o que vai fazer com o que acontece com você, é escolha sua.

Um feliz dia!

Leia também – Suicídio: Por que é tão difícil falar sobre esse tema?

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A Valorização do Indivíduo na Educação


17/02/2021 Idamo Antonio Iacomini Junior

Já parou para pensar que até pouco tempo atrás tudo era feito com base na média das pessoas?

Walter Longo, escritor, publicitário e empreendedor, em seu recente livro “Fim da idade média e início da idade mídia”, aborda com muita propriedade como a tecnologia e a inovação estimulam a meritocracia e a valorização do indivíduo nas Empresas e na Sociedade.

Traz ainda dados empíricos para dizer que inovação é muito mais uma questão de ótica do que de fibra ótica. Trata-se muito mais do olhar humano para as novas tecnologias e inovação.

Dados Empíricos:

Algumas constatações e evoluções importantes:

Medicina era feita com base em protocolos genéricos.

Na área de publicidade e mídia, o que sempre importou era a média de interesse e audiência do consumidor, não havendo nenhuma entrega sob medida, individualizada.

E até pouco tempo atrás, a educação era dada pela inteligência média dos alunos daquela classe, com peso absoluto a idade dos alunos, pouco importando o nível de maturidade deles.

Nos atentando mais nesse texto para a parte educacional e analisando o fator histórico de surgimento desse modelo, chama-se atenção de que ele foi construído para atender os anseios da 2ª Revolução Industrial, que tinha como foco a linha de montagem para dinamizar justamente o processo de montagem das unidades fabris, com a produção ampliada e otimizada para artigos em série.

O objetivo era na massa, alcançar os grupos e jamais nas pessoas, no indivíduo.

E nos tempos atuais, se analisarmos uma sala de aula no formato presencial, será que mudou algo, depois de aproximadamente 100 anos?

No modelo atual na modalidade presencial, todos os alunos têm as mesma Trilha de Aprendizagem, aprendem as mesmas coisas, no mesmo ritmo e tempo, no mesmo ambiente, não é mesmo?

Será que esse modelo educacional está preparando os jovens para o mundo atual?

Segundo um estudo do Fórum Econômico Mundial, 10 profissões muito demandadas atualmente não existiam a 10 anos atrás (Criadores de conteúdo para YouTube; Desenvolvedor de App; Operador de Droner; Motorista de Uber, Gerente de Mídias sociais, Engenheiro de veículo autônomo, Analista de big data, entre outros).

E ainda com base nesse estudo, sugere que 65% das crianças que entram na escola primária hoje vão começar a trabalhar com atividades que ainda não são conhecidas.

É fato que o foco do ensino não pode ser mais nas funções das atividades que conhecemos hoje, devemos preparar pessoas, já que as funções não sabemos quais serão!

Hoje, estamos completando mais de 100 dias de isolamento social, situação nunca antes pensada por todas as gerações. E durante esses dias muito intensos, temos refletido e acompanhado uma transformação digital brutal em diversas áreas.

É válida a reflexão se não estamos demorando demais para aceitar diversas inovações tão óbvias, presos no pensamento lógico de que o que deu certo ontem e continuará dando certo amanhã?

Não estamos com a Síndrome do Espelho Retrovisor? Umas das causas da mediocridade e suas soluções abordada pelo autor Hal Elrod em seu livro O Milagre da Manhã:

Como uma bagagem velha e desgastada, carregamos estresse, medo e preocupações de ontem para o dia de hoje. Quando apresentados a oportunidades, conferimos rapidamente nosso espelho retrovisor para avaliar nossas capacidades passadas. Não, nunca fiz nada assim antes. Nunca produzi nesse nível. De fato, fracassei repetidas vezes.

Quando apresentadas as adversidades, voltamos ao nosso confiável espelho retrovisor para buscar orientação quanto a como reagir. Sim, sou sortudo demais. Esta porcaria sempre acontece comigo. Vou desistir, é o que sempre faço quando tudo fica difícil demais

O ponto é que todas as tecnologias adotadas freneticamente nesse momento tão tenso do distanciamento social não foram criadas e desenvolvidas tão rápido assim, para o momento atual. Todas já estavam à disposição de todos, no entanto, com pouca aderência e engajamento entre os usuários.

Energia e Mindset das Pessoas

Isso não nos faz pensar que a tecnologia é apenas um meio, sendo que a verdadeira transformação digital depende muito mais da energia e mindset das pessoas para a mudança proposta.

Hoje, a possibilidade de inserir o digital na jornada educacional mudou a expectativa da educação.

O ensino a distância e seus diversos recursos tecnológicos utilizados para engajar o aprendizado do aluno nos ambientes virtuais, como o AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), plataforma de ensino que permite reproduzir uma sala de aula de forma interativa e dinâmica) é possível que o aluno dedique mais tempo a uma determinada matéria caso tenha dificuldade ou avance com mais velocidade caso tenha facilidade. Ou seja, o foco passa a ser no indivíduo, e não mais nas massas, na média dos alunos da classe.

Com a correta utilização dos recursos tecnológicos para a educação, o ensino está mais individualizado, sob medida, e a média dos alunos não precisa mais ser um parâmetro na construção da educação.

Essa realidade é um grande avanço para o desenvolvimento pessoal, pois a educação consegue entregar seu propósito de forma mais assertiva, otimizando os recursos financeiros, que com bem sabemos, são finitos e não deveriam permitir erros na sua jornada de entrega ao aluno, muito em especial por conta do impacto que a educação traz para a vida das pessoas.

Grupo Iaco

Nós, do GRUPO IACO, em todas as frentes dos nossos negócios educacionais, vivenciamos na pele esse contexto, seja na educação superior, de cursos livres ou na educação técnica dos cursos legais (Segurança e Saúde do Trabalhador).

Unopar / Anhanguera

Na atuação das marcas Unopar e Anhanguera, em parceria com a Cogna (atual denominação do grupo KROTON) os polos sob nossa gestão estão vivenciando em todas as áreas de atuação um momento de transformação digital intensa, aliada com a mudança de mindset do nosso time.

Ações como:

  1. Vestibular online
  2. Prova Digital; Tutoria online
  3. Convenções e reuniões online

Estas ações em sido práticas do dia a dia de nossos colaboradores e alunos.

Mas o que mais nos impactou foi que mesmo com o distanciamento social que nos foi imposto, o engajamento do aluno na sua jornada de ensino foi o nosso principal destaque, por conta da interação entre os alunos, tutores, time de apoio e tecnologias educacionais aplicadas sempre com foco na performance individual do nosso aluno, respeitando as diferenças de desempenho.

Portal Iaco EAD – SST

No portfólio dos cursos Legais, o lançamento do Portal EaD IACO com foco nos cursos de Segurança e Saúde do Trabalho (SST) foi impulsionado pela publicação da Norma Regulamentadora (Nr 01) em 30 de Julho de 2019, que estabelece os requisitos a serem adotados nos recursos educacionais digitais para que seja validado um curso a distância (EaD) para os treinamentos teóricos das Normas regulamentadoras.

E mais uma vez vimos na prática o quanto que o olhar no indivíduo faz a diferença, tendo em vista que o modelo adotado permite engajar o aluno com foco no aprendizado, além de uma gestão eficiente e ativa da jornada do aluno. Nessa área preservamos e cuidamos da vida dos colaboradores dos nossos clientes, valor inegociável.

S.O.S Tecnologia e Educação

Nos cursos livres, por meio da marca S.O.S Tecnologia e Educação, com portfólio de formação em Trilhas na área de Tecnologia, não foi diferente. Adotamos a metodologia Brended Learning (ou b-learning), um caminho na qual é combinado a prática pedagógica da metodologia do presencial com o Ensino a Distância (EaD), flexibilizando assim o modo como ocorre o ensino-aprendizado.

Em tempos de pandemia, na S.O.S o formato do presencial foi transformado na presença digital, seja através de grupos de curadoria especializada na Trilha de Formação escolhida, seja em salas virtuais abertas para construir o aprendizado com o tutor de maneira mais aprofundada e individualizada. Ou seja, os alunos visualizam todo o conteúdo no Ambiente Virtual de Aprendizagem e discutem, nessa oportunidade, os conteúdos em salas virtuais monitoradas por tutores especializados nas áreas.

Cada aluno segue no seu ritmo e no seu conteúdo de interesse, sem atropelos da tão falada média das pessoas. Uma humanização da relação entre pedagógico, aluno, conteúdo interativo e instituição, provocada pela sinergia das modalidades on e off-line.

E você, está preparado para a idade mídia?

Idamo Antonio Iacomini Junior
Educador Executivo, Advogado e empreendedor na área educacional

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