Diferenciação

Como Construir um Legado?


31/03/2021 Raimundo Ribeiro

Para construir um legado, lembre-se sempre de que você é VOCÊ e NÃO é o seu cargo. 

Desde muito cedo nos perguntam: o que você vai ser quando crescer? Então crescemos com as expectativas dos nossos pais e da sociedade sobre quão importantes devemos ser em nossas profissões, não é mesmo? 

Claro que eu, você e muitos que conhecemos já passaram e/ou vão passar por essa questão.

Engraçado que passei isso com filho e agora estou passando como pai (agora sei o que eles sentiram e passaram). O que meu filho será e o como ele irá ganhar dinheiro, muito dinheiro com o que ele quer fazer?

Com o mercado de trabalho mudando cada vez mais rápido, como tudo neste mundo, fico pensando como ser feliz fazendo o que se faz, pois ainda há muitas projeções em cima dos títulos e cargos que podemos ocupar, ao invés das famílias, escolas e mercado de trabalho se atentarem ao que de fato faz feliz cada indivíduo.

Temos que ter em mente que realização está intimamente ligada ao fato de amar o que se faz. O sucesso vem de você ser você. Comportando-se de uma maneira que o deixa orgulhoso. Quando você coloca a cabeça no travesseiro à noite e pode dizer “hoje eu tenho certeza que fiz o que tinha que fazer para continuar alinhado com meu proposito”.

Lembre-se sempre de que você é VOCÊ e NÃO é o seu cargo.

Não confunda jamais, cargo com carreira. Muitos acreditam que uma carreira de sucesso é pautada pelo título que se ocupa e pelo salário que se conquista. Mas é algo muito além disso. Uma verdadeira carreira de sucesso é uma carreira que deixa um legadoTalvez você se pergunte, o que é um legado?

O legado é um registro da sua jornada humana, é como você é e será lembrado. As memórias, inclusive afetivas, que você deixará como recordação. 

Um legado é construído todos os dias. Através do seu cuidado e empatia nas suas relações. Na sua força de coragem, renovação e evolução, inspirando o seu entorno. Na sua vontade de inovar e contribuir com os quais se relaciona. Para sermos lembrados precisamos ser impactantes e relevantes, mesmo que seja em um pequeno círculo de pessoas.

Onde você está é resultado de quem você era, mas para onde você vai depende inteiramente de quem você escolhe ser

Hal Elrod

Como construir um legado?

Em tempos de tanta turbulência social, política, econômica e tecnológica, pensar na construção de uma vida é um tremendo desafio. Todavia, segue alguns passos que podem auxiliar você nessa tarefa:

  • Faça e conserve as verdadeiras amizades;
  • Defina o que lhe é necessário e, ao obter, faça bom uso dessa conquista;
  • Olhar para o futuro e verificar a congruência das atitudes;
  • Realize sempre alguma coisa diferente, todos os dias, para não cair na rotina;
  • Mantenha o foco em seu propósito de vida;
  • Pratique o autoconhecimento para identificar seus valores e corrigir suas deficiências.

O que você representa?

Essa é a pergunta mais importante que você pode fazer a si mesmo. Obtenha clareza sobre o que você representa e o que é importante para você. Sua resposta a essa pergunta será de valores e características humanas decentes e, identificando-os e deixando claro que eles são o que você precisa cumprir, permitirá que você seja mais feliz.

Qual é o seu propósito?

Todos nós temos um propósito, nosso próprio objetivo pessoal. Anote o seu e lembre-se disso todos os dias, para que este seja o seu foco para todos os dias.

Não tem nada a ver com o que os outros pensam que você deveria fazer ou ser porque é seu. E, do jeito que você defende, isso o motivará a ser a melhor versão de si mesmo e trabalhar em prol de seu próprio objetivo, lhe dará a liberdade de pensamento necessária para corresponder ao que você deseja.

É preciso ser você mesmo e fazer com o coração aquilo que está destinado a fazer. Sim, isso está diretamente relacionado ao seu propósito, a sua vontade de realizar ou alcançar alguma coisa. É aquele gás para enfrentar o dia a dia. Isso lhe torna extremamente singular e poderoso.

Todas as vezes que o seu propósito for colocado em movimento você estará deixando uma marca no mundo. Uma marca genuína e pura, pois vem de dentro, vem do coração.

Que tal esse exercício para verificar se você está alinhado com seu proposito e na construção do seu legado. Faça um resumo da sua própria história em 10 minutos.

Agora convido você para uma reflexão, onde você perceba que a sua jornada pessoal e profissional não deve ser automatizada, seguida por movimentos mecânicos de apenas acordar, ir para o trabalho e etc… Sua vida e carreira tem muito valor. Elas podem ser uma importante inspiração, basta você acreditar no seu potencial e fazer acontecer.

Pelo que e como você acredita que quem te conhece se lembrará de você? Que legado você já construiu e como você pode melhorar isso daqui em diante?

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As 7 Coisas que Aprendi com Minha Demissão


03/03/2021 Raimundo Ribeiro

Relato: Emoções, Sentimentos e o que Aprendi da Demissão até a Recolocação em 88 dias 

Eu te convido a saber um pouco sobre a minha experiência no processo de demissão do dia 02/07 até o dia 30/09 (88 dias). Que tal permitir-se a ser provocado (a) – Reflexões sobre você, sua vida e sua carreira? Topa? Se sim, vamos lá.

Próximo de completar 10 anos na empresa, no dia 01 de julho de 2019 depois de um dia intenso de trabalho (para variar), por volta das 19 horas fui chamado para uma rápida conversa sobre o meu desligamento.

Confesso que esse horário foi melhor, onde não tinha ninguém no escritório e pude arrumar as minhas coisas e levar para o carro, tranquilamente.

Durante o caminho de casa eu liguei um amigo que recém tinha passado pela mesma experiência e para minha esposa, onde decidimos não comentar com os filhos.

Comparo a tal estabilidade como se estivéssemos sempre segurando numa bexiga e que basta um pequeno alfinete furá-la para cairmos.

Na terça feira dia 02 eu fui devolver carro, crachá e assinar a papelada no RH. Confesso que neste dia foi uma mistura de sentimentos, me sentia envergonhado e, sei lá o porquê, algumas pessoas me viram na empresa e fui convencido a retornar ao meu antigo andar de trabalho para ver e falar com a equipe que estava toda surpresa, neste momento recebi um calor e carinho muito grande, principalmente de algumas pessoas que eu nem esperava e, claro, isso tudo acabou indo para um chororô bem grande.

Na quarta-feira dia 03 eu montei uma mensagem e avisei ao mercado e aos clientes comunicando que não estava mais na empresa. Confesso que fiquei muito surpreso com o retorno de várias mensagens e ligações demonstrando indignação e disposição para me ajudar. Ufa! Neste momento eu percebi algo importantíssimo, que no fim, tudo que possuímos e a nossa reputação.

Somente no sábado dia 06 com a cabeça mais tranquila, decidimos informar para o meu filho Vinicius de 14 anos e a minha filha Giovanna de 7 anos. Claro, fiquei tenso em como falar isso para duas crianças, por isso, decidi ser direto. Acreditem foi o melhor que fiz e fiquei surpreso em ver a maturidade dos meus filhos.

Neste mesmo dia no jantar eu falei com a minha mãe, essa foi a conversa mais difícil para mim, por ela acha que eu deveria me aposentar lá e etc. Ufa! Que dia esse para mim. Acredite, realmente a família é a nossa base.

Estava com uma viagem de férias de julho toda programada desde de março, onde cancelamos tudo e alteramos para o Chile do dia 19 a 26 de julho, aproveitei para realmente descansar e encarei todo o mês de julho como férias com meus filhos e continuar minha disciplinada, de ler livros (média de dois por mês) ir para academia e minhas corridas.

Vamos lá! Mesmo encarando como férias, nestas duas semanas antes da viagem eu tive meus momentos de questionamento que geraram momentos de solidão, ansiedade, insônia, pesadelos, puto comigo, com os outros e as vezes até mesmo questionar a Deus.

– Por que eu?

– Fazer o bem para os outros, realmente compensa, será que vou colher esse bem?

– Como seria o meu futuro e da minha família?

– Questionava minha capacidade como profissional e de recolocação (absurdo isso!)

Fim de férias! Agora é hora de regaçar as mangas na busca por uma nova recolocação. Na segunda-feira dia 29 comecei a fazer o que qualquer pessoa na minha atual situação faz, procurar um novo emprego!

– Atualizei o meu Linkedin

– Listei 110 empresas para acessar o website e cadastrar o meu currículo, porém, priorizei três empresas, colei o logo de cada empresa num local para ser visto por mim todos dias. Já adianto que a empresa que me recoloquei era uma destas três…uhuhuh!

– Ativei minha rede de contatos com o mercado, amigos e colegas

– Listei algumas empresas de recolocação para conhecer melhor esse serviço. Impressionante que escutei de tudo, era cada proposta indecente, perda de tempo e dinheiro com esses aproveitadores neste momento de vulnerabilidade, porém, existe empresas e profissionais sérios, onde destaco a DQueiroz e Stato ambas me deram um prazo médio de 6 meses para a recolocação. Ai meu Deus! E agora?

A partir deste momento percebi na pele, que quem busca recolocação passa o dia e a noite engajado na busca por uma oportunidade, acorda cedo e dorme tarde (quando dorme, tive vários pesadelos), posso dizer que, buscar uma oportunidade é um trabalho árduo, requer muita disciplina, humildade, organização, equilíbrio emocional e empenho diário, como qualquer outra atividade em nossa vida profissional. Saiba! Procurar trabalho dá muito trabalho!

Depois de duas semanas inteiras dedicadas a passar horas na frente do computador, falar com “amigos” e empresas do mercado, encaminhando o currículo para aquela oportunidade que parece descrever minhas experiências e conhecimentos e, nada do tão esperado retorno. 

Somando-se a isso, no fim do dia os jornais e internet só falavam da dificuldade em arrumar emprego depois do 40 e 50 anos e da taxa elevadíssima de desemprego. Comecei me abater com todo esse stress diário na busca sem nenhuma resposta.

Descobri que a situação estava visível quando minha filha de 7 anos, depois do Jornal Nacional sentou no meu colo e me disse “Pai não fique assim, você é o melhor pai do mundo e eu estou pedindo para o papai do céu, arrumar rápido um novo emprego para você”. Imagine isso! 

Imaginou? Então, depois disso, decidi que não podia me entregar ao stress e que tinha que me manter firme no meu pensamento positivo.

Neste momento “vamos dizer de baixa” eu aprendi algo importante sobre demissão, amigos, foco, estudar, resinificar, positivismo, e, principalmente sobre saúde física e mental.

As 7 coisas que eu aprendi com minha demissão

1 – Demissão: 

Afirmo que é um momento de grande estresse e de grande ebulição de sentimentos, preocupações e incertezas na vida. Provocando um aumento significativo do sentimento de impotência, raiva, medo, insegurança, rejeição, vergonha e uma elevação absurda o nível de ansiedade.

2 – Amigos: 

Infelizmente essa é a pior para mim. Só depois de um tempo que fui demitido é que a ficha caiu – aquele cargo nunca havia sido meu, estava emprestado. Assim como um monte de colegas que imaginamos ser nossos amigos, neste momento fica claro os poucos e bons amigos que temos e um monte de colegas (sanguessugas) por conveniência que temos que tomar cuidado até com o desabafo, pois só querem informação.

Confesso que tem a parte boa e consoladora, pessoas que eu nem imaginava apareceram como amigos realmente preocupadas e interessadas em ajudar.

3 – Foco: 

Haverá dias difíceis sim, mas não se deixe abalar por isso, nada é eterno, com dedicação, persistência e um pouquinho de sorte vai dar certo.

4 – Estudar: 

Não é porque, não está trabalhando que não precisa estudar, atualiza-se e adquira novos conhecimentos, isso vai aumentar suas chances. Por exemplo, eu fiz o curso Educador Executivo, onde aprendi o conteúdo e a importância de um consultor para as empresas que o contrata.

5 – Resinificar: 

Quanto mais rápido aceitar a sua perda, melhor será para você, afinal, esse capitulo pertence ao passado, e absolutamente nada vai mudar isso. 

Existe um mundo de possibilidades a ser explorado no período de transição, para isso é importante ter em mente o que busca de verdade.

6 – Cultive o positivismo: 

O pensamento positivo significa, abordar os desafios da vida com uma perspectiva positiva. Isso não significa necessariamente evitar ou ignorar as coisas ruins; em vez disso envolve aproveitar ao máximo as situações potencialmente ruins tentando ver o melhor em outras pessoas, em si mesmo e suas habilidades de forma positiva.

Tenha uma atitude positiva, construtiva e otimista. Afinal, tudo na vida passa, inclusive a perda do emprego.

7 – Saúde: 

A saúde física, mental e espiritual é o nosso bem mais precioso. Cuidar do corpo significa praticar exercícios e alimentar-se bem. Cuidar da mente é mantê-la em atividade permanente com novos conhecimentos e cursos.

Saia de casa, vá passear, vá ao cinema, leia, viaje, procure os amigos de ‘’verdade’’, enfim desafie você mesmo e sua tendência de isolamento. Cuidar do espirito é saber e compreender que assim como o corpo necessita de alimento, a alma e a fé também precisam de meditação e oração.

Nossa! Quanta coisa, aconteceu e para ler! Calma aí, tem só mais um pouquinho.

Depois de trabalhar por 23 anos. Viver uma demissão me fez ter noção de que é preciso cuidar com muito carinho da minha reputação, imagem e marca pessoal. Posso assegurar que isto é essencial para a sua carreira.

Assumi o papel de protagonista do Raimundo S.A e comecei a me mexer. Ah…faça isso você também. No fim, tudo o que possuímos é a nossa reputação!

Se você for mandado embora hoje, o que faria e qual é o seu plano B?

Sim, eu faço esta pergunta para você, pois a partir do momento que um funcionário é desligado, é ele quem assume 100% o protagonismo de sua vida. Você não tem? Está na hora de começar a pensar a respeito e assumir o papel de protagonista da sua vida e carreira. Veja abaixo algumas ideias.

Invista na autogestão: 

Estude, atualiza-se. Estude inglês, fazer uma pós-graduação, um curso de interesse. Você é o responsável por sua carreira.

Projetos substitutos: 

Aquela vontade de empreender, tenha esse projeto desenhado, calculado e se possível trabalhe com o mesmo em paralelo.

O que te move: 

No meu caso, uma paixão genuína de ajudar no desenvolvimento de pessoas, pense como isso pode se tornar uma profissão. Por exemplo, um consultor focado em liderança e desenvolvimento de pessoas. Eu ainda acredito que plantando o bem, vamos colher o bem.

Cultive seu networking: 

Interaja com as pessoas da sua indústria e, de alguma outra que gostaria de trabalhar e tenha um círculo ativo. Preserve bons amigos e uma rede de contato pessoal e profissional, esteja disposto a entender e ajudar os outros.

Cuidado com as crenças limitantes: 

As crenças podem atrapalhar muito o processo de transição de carreira ou para uma nova maneira de trabalho.

Claro que essas são apenas algumas ideias, há muitas outras formas de ter um plano B consistente para os dias difíceis ou para quando você quiser dar uma guinada na sua carreira.

Quando se tem a chance de recomeçar algo na vida, devemos receber isso por mais desafiador que seja, como um inesperado presente e não como uma declaração de fracasso.

Novamente, eu te faço esse convite. Que tal permitir-se a ser provocado (a) – Reflexões sobre você, sua vida e sua carreira?

Espero impactar e que essa reflexão inspire você e a todos os que estão tendo a chance, assim como eu, de recomeçar algo, que recebam essa oportunidade com a tranquilidade de quem sabe que a vida se trata de um campeonato de pontos corridos e não de eliminatórias “mata-mata”.

Tenha paciência e a tranquilidade de que está consciente que não tem nada definido, onde o resultado será a consequência de todas as partidas, então alegria, disposição, entusiasmo e engajamento devem fazer parte da sua preparação, para retornar em grande estilo, assim como eu, para esse campeonato chamado “VIDA”.

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Sucesso ou Felicidade: Qual é mais Importante?


17/03/2021 Raimundo Ribeiro

Você não precisa ter Sucesso para ser Feliz, mas precisa ser Feliz para ter Sucesso. 

Se você começar a observar as pessoas ao seu redor, perceberá que a maioria segue uma fórmula que foi sutilmente – ou não tão sutilmente – ensinada nas escolas, nas empresas, pelos pais ou pela sociedade. Ou seja: se você se empenhar, terá sucesso e só depois de ter sucesso é que poderá ser feliz. Essa crença explica o que costuma nos motivar na vida.

Por exemplo: Pensamos se ao menos eu conseguisse aquele aumento de salário, atingisse a próxima metas de vendas ou conseguisse emagrecer, finalmente seria feliz.

Sucesso antes, felicidade depois. O único problema é que essa fórmula é incorreta.

Você sabia que a felicidade precede o sucesso?

Os cursos mais populares da Universidade Harvard não ensinam medicina ou direito, mas felicidade. Da mesma forma como a sua atitude mental em relação ao trabalho afeta o seu desempenho, o mesmo acontece com a sua atitude mental em relação à sua própria capacidade.

O que quero dizer com isso é que, quanto mais você acredita na própria capacidade de sucesso, maiores são as chances de atingir esse sucesso. Isso pode soar com uma grande besteira puramente motivacional (e, na verdade, a ideia de fato foi divulgada por algumas fontes pouco confiáveis ao longo dos anos). Mas as últimas décadas testemunharam uma explosão de estudos científicos sérios e rigorosos sustentando esse conceito.

Com mais uma década de pesquisas revolucionárias nos campos da psicologia positiva e da neurociência comprovaram, sem sombra de dúvida, que a relação entre sucesso e felicidade é, na verdade, o contrário do que se costuma acreditar. Graças a essa ciência de vanguarda, agora sabemos que a felicidade precede o sucesso.

Os sete princípios do benefício da felicidade

1 – O Benefício da Felicidade:

Como o cérebro positivo possui uma vantagem biológica em relação ao cérebro neutro ou negativo, este princípio nos ensina como retreinar o cérebro para capitalizar a atitude positiva e melhorar nossa produtividade.

Quando estamos felizes – quando a nossa atitude e estado de espírito são positivos – somos mais inteligentes, mais produtivos, mais motivados e, em consequência, temos mais sucesso. A felicidade é o centro, e o sucesso é que gira em torno dela. Estudos com mais de 275 mil participantes revelou que a felicidade leva ao sucesso em praticamente todos os âmbitos da nossa vida.

2 – O Ponto de apoio e a Alavanca:

A maneira como vivenciamos o mundo, e a nossa capacidade de prosperar nele, muda constantemente a partir da nossa atitude mental. Este princípio nos ensina como podemos ajustar nossa atitude mental (nosso ponto de apoio) de maneira a nos dar o poder (a alavanca) para atingirmos a realização e o sucesso.

Pense em uma ocasião na qual você se viu em circunstâncias similares e apresentou um bom desempenho. Anos de pesquisas demonstram que um foco específico e sistemático nos seus pontos fortes durante uma tarefa difícil produz melhores resultados.

3 – O Efeito Tetris:

Quando o cérebro fica preso a um padrão que foca o estresse, a negatividade e o insucesso, nos condicionamos ao fracasso. Este princípio nos ensina como retreinar o cérebro para que identifique padrões de possibilidade, de forma que possamos perceber – e aproveitar – as oportunidades que encontramos pelo caminho.

Ao elaborar uma lista das ‘’três coisas boas’’ que aconteceram durante o dia, o seu cérebro será forçado a rever as últimas 24 horas em busca de elementos positivos potenciais – coisas que levaram a pequenas ou grandes risadas, sentimentos de realização no trabalho, o estreitamento de laços com a família.

Em apenas cinco minutos por dia, esse exercício treina o cérebro a perceber e se focar melhor nas possibilidades de crescimento pessoal e profissional e a aproveitar oportunidades de concretizar essas possibilidades.

4 – Encontre Oportunidades na Adversidade:

Diante da derrota, do estresse e da crise, o cérebro mapeia diferentes caminhos para nos ajudar a sobrevier às adversidades. Este princípio diz respeito a encontrar o caminho mental que não só nos tira do fracasso ou do sofrimento, mas também no ensina a sermos mais felizes e mais bem-sucedidos graças a ele.

Pessoas com um explanatório otimista interpretam a adversidade como algo pontual e temporário (algo como: A situação não é tão ruim assim e vai melhorar) enquanto aquelas com o explanatório pessimista veem os mesmos eventos como mais globais e permanentes (algo como: A situação é terrível e nunca vai mudar).

Em consequência, suas crenças afetam diretamente suas ações. Aqueles que acreditam na última afirmação mergulham no desamparo e param de tentar, enquanto aqueles que acreditam na primeira afirmação são impelidos a melhorar o desempenho.

5 – Círculo do Zorro:

Quando nos vemos em dificuldades e nos sentimos sobrecarregados, nossa lógica cerebral pode ser dominada pelas emoções. Este princípio nos ensina a retomar o controle concentrando-nos primeiro em metas pequenas e factíveis e só depois expandindo gradativamente o nosso círculo para atingir metas cada vez maiores.

Sentir que estamos no controle, que somos os mestres do nosso próprio destino no trabalho e na vida, é um dos maiores propulsores tanto do bem-estar quanto do desempenho.

6 – A Regra dos 20 segundos: 

Muitas vezes sentimos ser impossível manter uma mudança por muito tempo porque nossa força de vontade é limitada. E quando nossa força de vontade falha, voltamos aos nossos velhos hábitos e sucumbimos ao caminho da menor resistência, é possível redirecionar o padrão da menor resistência e substituir maus hábitos por bons.

7 – Investimento Social:

Diante de dificuldades e estresse, algumas pessoas escolhem se isolar e se retirar para dentro de si mesmas. Mas as pessoas mais bem-sucedidas investem nos amigos, colegas e parentes para continuar avançando. Este princípio nos ensina como investir mais em um dos mais importantes fatores preditores de sucesso e excelência – nossa rede social de apoio.

Quando temos uma comunidade de pessoas com as quais podemos contar – um parceiro na vida, parentes, amigos e colegas, multiplicamos nossos recursos emocionais, intelectuais e físicos. Nos recuperamos mais rapidamente de contratempos, realizamos mais e temo um maior senso de propósito.

Nossas atitudes e comportamentos não só afetam as pessoas com as quais interagimos diretamente – como nossos colegas, amigos e parentes, como influência de cada pessoa parece de fato se estender às pessoas em três graus de influência.

Então, quando você usa esses princípios para realizar mudanças positivas na sua própria vida, está inconscientemente alterando o comportamento de um número maior de pessoas.

Então, que tal espalhar o benefício da felicidade em casa, no trabalho e por toda parte?

Fonte: Livro o Jeito Harvard de ser Feliz

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Atitude ou Inteligência para o Sucesso?


24/02/2021 Raimundo Ribeiro

Por que a sua Atitude é mais importante do que a sua Inteligência para o seu Sucesso?

Quando se trata de sucesso, é fácil pensar que as pessoas abençoadas com elevado QI inevitavelmente vão deixar o resto de nós no pó. Mas novas pesquisas da Universidade de Stanford mudarão sua mente (e sua atitude).

A psicóloga Carol Dweck passou vinte anos estudando atitude e desempenho, e no seu livro MINDSET (A nova psicologia do sucesso) que recomendo fortemente a leitura mostra que sua atitude é um melhor caminho para o seu sucesso, onde o segredo dos funcionários mais produtivos está na mente.

Um adepto declarado da teoria é o indiano Satya Nadella , presidente mundial da Microsoft. Logo que assumiu o cargo, em fevereiro de 2014, ele sugeriu a leitura do livro para os 124 mil funcionários.

Dweck descobriu que as principais atitudes das pessoas se enquadram em uma das duas categorias: uma mentalidade fixa ou uma mentalidade de crescimento.

Pessoas com mentalidade fixa, acreditam que você é quem você é e não pode mudar seu caráter, inteligência e criatividade. Criando problemas quando é desafiado, pois qualquer coisa que parece ser mais do que possam lidar, fazem essas pessoas sentir-se resistentes, desesperadas e dominadas.

Pessoas com mentalidade de crescimento acreditam que suas qualidades básicas são coisas que podem melhorar com o seu esforço. Eles superam aqueles com uma mentalidade fixa, mesmo quando eles têm um QI menor, porque eles adotam os desafios, tratando-os como oportunidades para aprender algo novo.

O senso comum sugeriria que ter capacidade, como ser inteligente, inspira confiança. Isso pode até acontecer, mas apenas enquanto o curso é fácil. O fator decisivo na vida é como você lida com retrocessos e desafios. Pessoas com mentalidade de crescimento recebem contratempos com braços abertos.

De acordo com Dweck, o sucesso na vida é sobre como lidar com o fracasso. Ela descreve a abordagem do fracasso de pessoas com mentalidade de crescimento dessa maneira. “Isso não funcionou, e eu sou um solucionador de problemas, então vou tentar outra coisa”.

Independentemente de qual lado do quadro você esteja você pode fazer mudanças e desenvolver uma mentalidade de crescimento. 

O que se segue são algumas estratégias que irão ajustar sua mentalidade e ajudá-lo a garantir que seja tão orientado para o crescimento quanto possível.

Não fique impotente. Existem momentos em que nos sentimos impotentes. O teste é como reagimos a esse sentimento. Nós podemos aprender com isso e avançar ou deixar que nos arraste para baixo. Há inúmeras pessoas bem-sucedidas que nunca teriam conseguido se tivessem sucumbido a sentimentos de desamparo:

  1. Walt Disney foi demitido da Kansas City Star porque ele “faltava imaginação e não tinha boas ideias
  2. Oprah Winfrey foi demitida de seu trabalho como uma Âncora de TV em Baltimore por terem sido “investidas tão emocionalmente em suas histórias
  3. Henry Ford teve duas empresas de automóveis falidas antes de ter sucesso com a Ford
  4. Steven Spielberg foi rejeitado pela Escola de Artes Cinematográficas da USC várias vezes

Imagine o que aconteceria se alguma dessas pessoas tivesse uma mentalidade fixa. Eles teriam sucumbido à rejeição e abandonado a esperança.

Ser apaixonado as pessoas perseguem suas paixões implacavelmente. Sempre haverá alguém que seja mais naturalmente talentoso do que você, mas o que falta no talento, você pode compensar a paixão e garra. A paixão das pessoas capacitadas é o que impulsiona sua busca implacável da excelência.

Tome uma atitude

Não é que as pessoas com uma mentalidade de crescimento são capazes de superar seus medos porque são mais fortes do que o resto de nós; é só que eles sabem que medo e ansiedade são emoções paralisantes e que a melhor maneira de superar essa paralisia é agir. As pessoas com uma mentalidade de crescimento estão capacitadas, e as pessoas habilitadas sabem que não existe um momento verdadeiramente perfeito para avançar. 

Espere resultados

As pessoas com uma mentalidade de crescimento sabem que vão falhar de tempos em tempos, mas nunca deixam isso impedir que esperem resultados. Esperar resultados mantém você motivado e alimenta o ciclo de capacitação. Afinal, se você não acha que vai ter sucesso, então por que se incomodar?

Não reclame quando as coisas não seguem o seu caminho. Reclamar é um sinal óbvio de uma mentalidade fixa. Uma mentalidade de crescimento procura oportunidades em tudo, então não há espaço para queixas.

Se você não está ficando um pouco melhor a cada dia, então é provável que você fique um pouco pior. Lembre-se, como disse Alex Rodriguez (jogador de beisebol) “Ou vamos numa direção ou vamos em outra. Você é quem deve decidir a direção a seguir”.

Hoje precisamos de um plano para ser bem-sucedido, um plano que inclua aprendizagem contínua e maior capacitação. Isso significa mais liderança pessoal, garra, atitude, automotivação e iniciativa no sentido de tomar nas mãos o próprio futuro e assumir a “start up de você”.

Afinal, o que preciso fazer para conservar e ampliar meu crescimento?

Fonte: Livro MINDSET (A Nova psicologia do sucesso) e artigo Fórum Econômico Mundial

Raimundo Ribeiro
Educador Executivo

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Não tenha Medo de se Destacar: Tenha Medo de se Misturar 


27/01/2021 Raimundo Ribeiro

Nós que vivemos no mundo corporativo, as vezes, parece mais que estamos num campeonato de “mata-mata”. E aí estamos nós os colaboradores, pensando em ficarmos na mediocridade ou pensando se devemos nos diferenciar em um mercado saturado e muitas vezes nem um pouco amigável!

Hoje se destacar está cada vez mais estressante. Vivemos na era da informação, o que equalizou muitos saberes técnicos, colocando a disputa pela melhoria de carreira nos mínimos e “emocionais” detalhes. Sim, as emoções que eram até pouco tempo excluídas do ambiente corporativo hoje é um diferencial competitivo para profissionais que querem imprimir a sua própria marca.

A melhor maneira de passar desapercebido pelos empregadores é marcar-se como um clone anônimo. Resumindo, não funciona muito bem! Quanto mais você se parecer com qualquer outro, pior será a sua experiência.

E aí, tem medo de se destacar?

Síndrome de Solomon: O medo de se destacar

Quando existe uma pressão social para que você não seja capaz de se destacar/diferenciar. Pode ser uma trava psicológica mesmo.

O teste consistia em perguntar, um a um, com qual linha a primeira se parecia: A, B ou C.

Pois foi exatamente isso que aconteceu quando o psicólogo americano Solomon Asch fez o experimento, ainda em 1951, com 123 voluntários que achavam que se tratava de um teste de visão.

Na ocasião, Solomon formou grupos de 8 pessoas, das quais 7 tinham combinado com ele responder sempre a alternativa errada. Enquanto isso, o oitavo integrante respondia por último, depois de ter ouvido a resposta dos demais. Para tornar o teste mais verossímil, um ou dois integrantes podiam escolher uma opção diferente do resto do grupo, desde que ela também estivesse equivocada.

Este exercício foi repetido 18 vezes com cada um dos 123 voluntários e os resultados foram impressionantes: 75% dos indivíduos se deixaram influenciar pela opinião do grupo pelo menos uma vez. As cobaias também responderam errado mais de um terço das vezes apenas para não ir contra o que dizia a maioria.

Finalizado o estudo e revelado o acordo, os participantes disseram que “distinguiam perfeitamente a linha correta, mas que não tinham dito em voz alta por medo de se equivocar, de ser exposto ao ridículo ou de ser o elemento discordante do grupo.”

Conclusão! A experiência serviu de base para o que seria a formulação da Síndrome de Solomon, algo que intriga psicólogos e antropólogos até hoje. A partir do experimento, todos chegaram a uma conclusão unânime: nossas opiniões e aspirações estão muito mais condicionadas do que imaginamos.

Na prática, a síndrome se manifesta em pequenas decisões do dia a dia como a roupa que vamos vestir, até decisões grandiosas como a carreira que queremos seguir pro resto da vida. Segundo Solomon sugere, a maioria das pessoas se deixa influenciar pelo que as outras pessoas pensam dela e tomam decisões de maneira a evitar que elas se destaquem.

Autossabotagem

Esse tipo de comportamento é bastante comum, porém, é raro que alguém perceba que está vivendo essa experiência. O ciclo de autossabotagem acontece exatamente pelo medo de ser feliz, fazendo com que não se enfrente os riscos e as responsabilidades da vida.

Isso acontece pelo fato de uma pessoa não se achar capaz de realizar seus projetos e de não merecer o sucesso, subestimando até sua capacidade de lidar com a vitória. Sabemos que toda mudança exige esforço, então, é bastante comum relacionar a realização de um objetivo tanto à dor quanto ao prazer.

Como identificar esse comportamento?

Tudo parece bastante assustador, mas não se preocupe! Veja a seguir comportamentos que ajudam na identificação da autossabotagem:

Atitudes que atrapalham a carreira

  • Não reconhecer suas conquistas e não assumir responsabilidades
  • Falar muito sobre seus resultados para encontrar senso de merecimento
  • Ter um altíssimo nível de comparação e sensação de inferioridade
  • Focar sempre no que te falta, e não no que você tem
  • Não construir relacionamentos fortes e bajular as pessoas por medo de descobrirem suas falhas e imperfeições
  • Precisar excessivamente de controle e sensação de impotência quando ele falta
  • Cobrar sempre a perfeição em suas tarefas
  • Culpar os outros e justifica em excesso seus erros
  • Permanecer sem foco e objetivos, achando que nunca vai conseguir atingir uma meta

Como superar o medo de crescer? 

Coloque em ação a jornada do crescimento pessoal e profissional:

Pratique o Autoconhecimento

Para conseguir superar suas preocupações, é essencial se conhecer melhor e entender suas emoções, pois, assim, ficará mais fácil identificar padrões de comportamento e saber como reagir melhor às situações do dia a dia;

Tenha Momentos de Reflexão

Essa é uma parte importante para se chegar ao autoconhecimento. É necessário conseguir parar para respirar entre uma tarefa e outra e poder seguir seu dia com mais energia. Uma ótima dica é praticar meditação, pois ela ajuda a relaxar e a lidar melhor com seus pensamentos e emoções negativas;

Desenvolva sua Autoestima

Quando você consegue se entender melhor, fica mais fácil descobrir suas habilidades e o que lhe dá prazer. Além disso, ao conseguir lidar com suas emoções de maneira mais saudável, a segurança sobre suas ações vem de maneira mais natural;

Reconheça seu Potencial

Leve em conta sua experiência e aquilo em que se destaca, pois isso é essencial para sua evolução. Suas habilidades podem — e devem — ser utilizadas na superação de seus pontos fracos;

Com todas essas informações, percebeu que é possível superar todas as suas dificuldades, certo?

Agora vamos lá, quer coisa mais bacana que a diversidade? Não somos e nem queremos ser iguais aos outros! Isso seria chato pacas!

Adaptação para ter sucesso

Saber destacar-se é a parte mais importante de sua carreira.

Inconscientemente, muitos de nós tememos triunfar por medo de que nossas virtudes ofendam os demais, ou que nos tornemos o centro das atenções o que significa estar sujeito a críticas dos demais.

Não tenha medo de mudar sua marca com novas atitudes. Você está ficando mais inteligente e sábio o tempo todo. Essa sabedoria traz confiança com ela – se você estiver disposto a aceitá-la! Não tenha medo de aparecer.

É importante nos diferenciarmos? 

Sim. Acontece que muitos, tentando se diferenciar, acabam destoando muito de certos padrões empresariais e isso pode ser uma enorme vantagem, mas também uma péssima estratégia para sua imagem pessoal.

Enquanto uma maioria de colaboradores se encaixa em padrões de mercado e vivem estagnados, um grupo segue firme e forte em seu objetivo de não perder sua autenticidade, ou seja, serem eles mesmos para se diferenciarem de um trabalhador “comum”.

Você não deve lutar para estar e ser o bonitinho da gôndola, é buscar se separar da multidão em benefício próprio.

O que acontece com certa frequência é ter um entendimento falho sobre ser autêntico. Autenticidade não tem a ver com ser irredutível em suas opiniões, mas sim de colocar sua personalidade em atitudes, postura e principalmente nas relações.

No mundo dos negócios, você pode imprimir sua autenticidade do simples reporte de atividades à mais estruturada estratégia de convencimento de um grupo de pessoas, deixando um rastro de confiança nas relações ao ponto delas não esquecerem de você depois, justamente por ter sido diferente de tudo o que viram, fugindo do trivial e ligando a sua imagem àquela boa atividade.

A linha tênue da autenticidade.

Profissionais querendo imprimir sua autenticidade de forma equivocada vem sendo desligados de postos altos em grandes empresas, eles foram rotulados como pessoas insensíveis, duras e arrogantes. Sendo irredutíveis e tentavam, mesmo quando errados, convencer os outros de o seu jeito era o certo.

Por outro lado, tem outros profissionais subindo rapidamente no organograma sendo e agindo como eles próprios da maneira correta. Estes fizeram de sua autenticidade algo cativante quando tinham razão e souberam recuar quando sua postura poderia atingir o próximo de maneira incorreta ou soberba.

Seja autêntico! Na medida em que você se respeitar, tiver fé em seus valores e crenças pessoais e “agir direito” com as pessoas, estará propenso a agir de maneira que eles consideram autênticas. Basta ter coragem de arriscar de maneira consciente, planejada e com empatia.

Fonte: Artigos: Breno França, Adailton Soares (coaching) e Eberson Terra.

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Habilidades que Precisaremos Desenvolver nos Próximos Anos


13/01/2021 Raimundo Ribeiro

Habilidades que precisamos ter e/ou desenvolver nos próximos anos para manter nossa empregabilidade

Venho estudando muito sobre o futuro do trabalho, para entender como manter minha empregabilidade e também para auxiliar meu filho de 13 anos na sua escolha profissional.

Às vezes a gente se esquece de que estamos mais próximos de 2030 do que do ano 2000. Não dá para adivinhar o futuro, mas a gente já observa mega forças que já estão fazendo essa transformação acontecer.

O avanço acelerado das novas tecnologias:

Inteligência Artificial, Realidade Aumentada, Robótica, Realidade Virtual, Produção 3D em massa…

Mudanças demográficas: 

As pessoas vivendo cada vez mais e estendendo suas carreiras por mais tempo.

Mudança no eixo de poder econômico:

Veremos a ascensão acelerada das economias emergentes – principalmente da Ásia.

O novo mundo do trabalho:

Profissionais e empresas que já criam formas de trabalho muito além do emprego e das organizações tradicionais.

Imagine agora o impacto dessas mega forças combinadas nos próximos anos. Isso tudo vai gerar uma mudança bastante grande nas habilidades que vão ser demandas de todos nós.

A partir do momento que máquinas assumem trabalhos repetitivos, padronizados e manuais, e, a Inteligência Artificial assume trabalhos que exigem “um cérebro”, o que “sobra” para o ser humano?

Independentemente de pontos de vista sobre o impacto da automação das ocupações, temos que admitir que o futuro do trabalho exigirá novas habilidades. O que sobra para o ser humano, em termos de trabalho, será, naturalmente, diferente do que é feito hoje.

Um novo relatório da Britânica Nesta, lançado em colaboração com a Universidade de Oxford e especialistas da Oxford Martin School, além da Pearson, buscou mapear como essas mudanças afetarão a necessidade de desenvolvimento de novas habilidades até 2030.

Os pesquisadores analisaram as 20 principais habilidades mais comuns entre as ocupações que tiveram uma maior perspectiva de crescimento no futuro, para descobrir quais seriam aquelas mais “imunes” aos robôs e às AIs.

As 20 principais habilidades mais comuns:

1 – Discernimento, bom senso e tomada de decisão:

calcular e compreender os custos e os benefícios de alternativas possíveis e imaginadas para escolher a mais apropriada.

2 – Aprendizagem ativa:

estratégias de aprendizagem — saber escolher métodos e procedimentos apropriados para aprender ou ensinar novas coisas.

3 – Estratégias de aprendizagem:

compreender as implicações de novas informações para a resolução de problemas atuais e futuros e para a tomada de decisões.

4 – Avaliação de Sistemas:

Identificar medidas ou indicadores do desempenho do sistema e as ações necessárias para melhorar ou corrigir o desempenho em relação aos objetivos do sistema.

5 – Solução de Problemas Complexos:

Identificar problemas complexos e revisar informações relacionadas para desenvolver e avaliar opções e implementar soluções.

6 – Análise de Sistemas:

Determinar como um sistema deve funcionar e como as mudanças nas condições, operações e ambiente afetarão os resultados.

7 – Monitoramento:

Monitoramento e avaliação do desempenho de si mesmo, de outros indivíduos ou organizações para melhorar ou tomar ações corretivas.

8 – Pensamento Crítico:

Usando lógica e raciocínio para identificar os pontos fortes e fracos da solução alternativa, conclusões ou abordagens para problemas.

9 – Instruindo:

Ensinando os outros a fazer algo.

10 – Gestão de Recursos de Pessoal:

Motivando, desenvolvendo e direcionando as pessoas enquanto elas trabalham, identificando as melhores pessoas para o trabalho.

11 – Coordenação:

Ajustando ações em relação a outras ações.

12 – Escuta Genuína:

Dar plena atenção ao que as outras pessoas estão dizendo, tempo de conversação para entender os pontos que estão sendo feitos, fazer perguntas conforme apropriado, e não interromper em momentos inapropriados.

Classificadas em Capacidade:

1 – Fluência de ideias:

capacidade de apresentar uma série de ideias sobre um determinado tópico (aqui, a quantidade de ideias é importante, não a sua qualidade, exatidão ou criatividade).

2 – Originalidade:

capacidade de apresentar ideias incomuns ou inteligentes sobre um determinado tópico ou situação, ou desenvolver formas criativas de resolver um problema. 

3 – Raciocínio Dedutivo:

A capacidade de aplicar regras gerais a problemas específicos para produzir respostas que façam sentido.

4 – Raciocínio Indutivo:

A capacidade de combinar informações para formar regras gerais ou conclusões (inclui encontrar um relacionamento entre eventos aparentemente não relacionados).

5 – Sensibilidade para Identificar Problemas:

A capacidade de dizer quando algo está errado ou é provável que dê errado. Não envolve resolver o problema, apenas reconhecendo que existe um problema.

6 – Ordenação de Informações:

A capacidade de organizar coisas ou ações em uma determinada ordem ou padrão de acordo com uma regra específica ou um conjunto de regras.

Classificadas em Conhecimento:

Educação e Treinamento:

Conhecimento de princípios e métodos para o desenho de currículo e treinamento, ensino e instrução para indivíduos e grupos, e a mensuração de efeitos de treinamento.

Administração e Gestão:

Conhecimento dos princípios de negócios e gestão envolvidos no planejamento estratégico, alocação de recursos, modelagem de recursos humanos, técnicas de liderança, métodos de produção e coordenação de pessoas e recursos.

Conclusão

Em qualquer processo disruptivo e de mudança, nós temos duas opções: nos colocar como plateia ou como protagonistas deste processo. Não dá para adivinhar o futuro, mas a gente pode criar as condições para nos preparar de forma proativa.

Estamos em um momento histórico de transição. Não há respostas prontas e absolutas. Mas, como diz Clayton Christensen, um dos papas da Inovação, “sairão na frente aqueles que começarem a jogar esse NOVO JOGO ANTES que o velho jogo termine”.

Fonte: O Futuro das Coisas, Nesta http://data-viz.nesta.org.uk/future-skills/index.html

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O Que os Investidores Buscam nas Organizações?


30/12/2020 Raimundo Ribeiro

E vamos falar aqui sobre Governança Corporativa. Mas afinal, você sabe o que significa?

É como o nome já diz, é o governo da empresa.

A governança fornece parâmetros para o relacionamento entre sócios, gestores e demais atores de seus mercados econômico (de produtos e serviços) e financeiro (de ações e outros títulos), assim como definir políticas, normas e procedimentos para garantir direitos e definir responsabilidades.

Em uma empresa grande, o diretor presidente e o conjunto da diretoria executiva se reportam hierarquicamente ao conselho de administração. Este faz a governa corporativa, enquanto o diretor presidente e os demais diretores executivos a administram.

Este conselho é formado por membros eleitos pelos sócios ou acionistas e deve ser composto por pessoas que representem a diversidade de opiniões dentro da empresa.

A governança elabora o plano estratégico e fiscaliza o trabalho dos gestores de forma a facilitar a condução dos negócios, obter investidores, financiamentos e a realização dos resultados desejados.

Então vamos aos benefícios da implantação da uma Governança Corporativa:

  • Descentralização de gestão e consequentemente, melhora no desempenho operacional;
  • Maior clareza no desempenho da função de cada um dos stakeholders (atores);
  • Alinhamento dos interesses de todos os membros da empresa;
  • Conhecimento antecipado dos riscos e oportunidades;
  • Auditoria dos processos;
  • Preservação do valor da organização;
  • Melhoria da imagem da empresa frente a sociedade e investidores.

A Governança é para minha empresa?

O tema Governança Corporativa tem interessado a empresas de todos os tipos – grandes,

médias e pequenas, privadas e públicas, listadas em bolsa ou não, familiares ou não – têm planejado implantar ou desenvolver uma estrutura de Governança Corporativa. Se sua empresa tem o objetivo de se manter no mercado e crescer, então a governança veio para ficar.

Ela surge quando a empresa deixa os traços familiares, saindo do conceito de “propriedade” para um ambiente mais profissional, com o conceito “social”.

Os investidores, tem observado muito se as empresas estão atuando com mais clareza nas tomadas de decisões e se tem preocupações ambientais e de inclusão social. E para implantar um sistema de Governança eficiente, alguns princípios são primordiais, são eles:

TRANSPARÊNCIA

Todos os “stakeholders” (comunidade, governo, parceiros, fornecedores, clientes, funcionários e acionistas) devem receber informações confiáveis e devem ter conhecimento da tomada de decisões;

EQUIDADE

Independente do nível hierárquico, todos colaboradores devem ser tratados com o mesmo respeito.

PRESTAÇÃO DE CONTAS

Todos os gestores devem prestar contas de seus resultados, sejam financeiros ou operacionais.

RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO

Além de gerar lucros aos acionistas e perpetuar a longevidade, a empresa tem responsabilidade com a sociedade e o meio ambiente.

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Procura-se Felicidade: A Busca Pela Felicidade no Trabalho


02/12/2020 Leandro Carraco

Vivemos num mundo cheio de competitividade, onde produzir a todo momento é fundamental para gerar excelentes resultados. Não podemos esquecer que a vida não gira só em torno do trabalho e sim nos cuidados também com
nossa vida social. Devemos ter tempo para praticar a atenção, o carinho e o lazer com a nossa família e amigos.

A Pratica regular de exercícios físicos, também se torna fundamental para uma vida saudável e com isso, nos ajuda na  preparação para nossas rotinas habituais.

O que é a Felicidade nos Dias de Hoje?

A felicidade são momentos fragmentados nos dias de hoje. O Ser Humano não é tratado com valorização, até porque ele não é visto dessa forma, seja na vida cotidiana da sociedade ou no trabalho.

Sobretudo, podemos começar direcionando a nossa visão para o colaborador nas organizações que tem os seus pensamentos “engessados”, onde o colaborador tem que produzir e gerar resultados e não o vê como um “TODO”, avaliando NÃO SÓ SUAS HABILIDADES, mas também as suas NECESSIDADES.

A busca da FELICIDADE não pode ser constante, tem que ser rotina, ser natural, já estar presente em nossas vidas todos os dias. Para que isso  venha a ser praticado como rotina o primeiro passo seria pensarmos como
um “Reachbird“( um pássaro voando).

Aí eu te pergunto e te levo a reflexão:

Como é a Vida de um Pássaro?

Essa é fácil! Uma vida livre para atingir o objetivo que quiser, ser livre para alçar novos voos, se arriscar e ter a liberdade no trabalho para produzir o que tiver vontade, poder expor suas ideias, ter liberdade, tempo para cuidar da saúde e poder estar com amigos e família no ambiente externo aproveitando os bons momentos que a vida têm à nos
oferecer!

Isso sim é VIVER, ser FELIZ e não SOBREVIVER …

Leandro Carraco
Educador Executivo

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Você no Controle: Como ser o Protagonista da sua Vida?


11/11/2020 Raimundo Ribeiro

Que tal experimentar a vida como um jogo em que o objetivo principal não é simplesmente vencer, mas continuar jogando e atingir resultados cada vez melhores?

Jogadores nunca esperam sentados, adoram ser desafiados por missões imponentes. Todos jogadores são recursos humanos, onde podemos usar esses poderes no mundo real.

Perguntei aos meus filhos de 8 e 15 anos, porque eles gostam de jogar videogame e a resposta foi que no jogo eles estão no comando e fazem o que quiser! JÁ PENSOU NISSO?

VIDA REAL:

Quando enfrentamos um OBSTÁCULO nos sentimos, ansiosos, frustrados e
pessimistas.

VIDEOGAME:

Enfrentamos o OBSTÁCULO pelo tempo que precisar, levantamos depois
de uma derrota e tentamos novamente Por que sentimos que não somos tão bons na realidade quanto somos nos jogos?

Vamos falar de VIDEOGAME:

  • Quando estamos jogando videogame estamos;
  • Focados em alcançar objetivos e metas;
  • Somos proativos e buscamos soluções, independente do desafio;
  • Propomos novas estratégias;
  • Nos adaptamos ao ambiente;
  • Comprometidos 100% com a missão!

No jogo estamos no controle com autonomia total, preocupados com excelência para
superar os desafios em busca do nosso propósito.

ESTRATÉGIAS que usamos no VIDEOGAME para gerar ENGAJAMENTO.

VAMOS JOGAR?

Fase 1 = Siga a Jornada:

Assim como no videogame tem hora que não conseguimos dar o passo maior que a perna, ou seja, temos que seguir fase por fase.

Objetivo da fase:

Entender, respeitar e executar cada etapa da jornada

Fase 2 = Barra de Energia:

Quando você está jogando, o personagem deve ter MUITA ENERGIA, é assustador enfrentar e atacar inimigos, com POUCA ENERGIA, sua principal  preocupação é obter energia para SOBREVIVER e permanecer no jogo.

Objetivo da fase:

Assim como no videogame, na nossa vida precisamos cuidar da  nossa barra de energia. Quanto mais alto o nível da energia, mais eficiente seu corpo. Quanto mais eficiente seu corpo, melhor você se sentirá e melhor usará seu talento para produzir resultados relevantes.

Fase 3 = Recompensas:

Nos Jogos precisamos de moedas, pontos e estrelas para alcançar nosso objetivo maior. Recompensas não necessariamente têm a ver com qualquer custo. Pode ser, troféus (reconhecimentos), energia (parabéns), armas
(treinamento), estrelas (promoções) etc.

Objetivo da fase:

Recompensas são as “micro transações de felicidade” que fortalecem nosso compromisso com a missão.

Fase 4 = Metas Desafiadoras:

Por que DESMOTIVAMOS se não vemos RESULTADOS IMEDIATOS? Sem desafios não há evolução.

Alinhamento entre competência e desafio tem quatro etapas:

  1. Apatia
  2. Tédio
  3. Ansiedade
  4. Engajamento

Em qual etapa você se encontra e que estratégias implementar para aumentar o engajamento?

Objetivo da fase:

Com autoconfiança, pertencimento, sensação de conquista, disciplina e ritmo, com certeza, estamos prontos para ENCARAR desafios e avançar.

Fase 5 = Monstros a Enfrentar:

Um “monstro” dentro de um videogame é aquele que impede que você alcança seu objetivo, são aqueles obstáculos que impedem de atingir  seu propósito, quais são os monstros que você pode enfrentar, como é a melhor maneira de enfrentá-los, existem do que matá-los, evitá-los ou enfrentá-los.

Objetivo da fase:

O importante é a estratégia para confrontar e conhecer seus comportamentos e suas fraquezas. Aprender com aqueles que são necessários e eliminar aqueles que não são.

Fase 6 = Ambiente de Jogo:

É importante que o jogador saiba em que nível está, os mundos que você tem que viajar, quais são as características ao longo do caminho, que armas e ferramentas você precisa para continuar no seu caminho, aqueles problemas que você enfrenta ao longo do caminho e fazer você perder vida e energia.

Objetivo da fase:

É importante que o jogador saiba em que nível está, o que precisa para avançar e o que irá enfrentar ao longo do caminho.

Fase 7 = Você é o Herói:

O único e absoluto RESPONSÁVEL do que passa no seu jogo. É VOCÊ…

Objetivo da fase:

Como ser um grande herói? Se comporte como o dono do seu jogo, foque nos seus pontos fortes e esteja cercado de heróis. Lembre-se você se torna aquilo que pratica.

Fase 8 = Ter um Propósito:

O propósito é o que dá sentido ao videogame, é esse ideal, esse último fim que merece todo o seu esforço, seu tempo e sua Energia. Não é uma visão ou uma missão, é o “Por que” isso mover para enfrentar qualquer monstro e passar por qualquer viagem.

Objetivo da fase:

O propósito é a necessidade de atuar a serviço de algo maior que faça sentido para o seu mundo. Qual é exatamente sua missão (propósito) de vida? Todos jogadores são recursos humanos, onde podemos usar esses poderes no mundo real.

 

TEMOS QUE COMEÇAR A TORNAR O MUNDO REAL MAIS PARECIDO COM UM JOGO!

QUE OS JOGOS COMECEM!

 

Raimundo Ribeiro
Educador Executivo

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Pensar de Forma Sistêmica: O que é, Importância e Exemplos


04/11/2020 Leandro Carraco

Na maioria das vezes olhamos o mundo de forma isolada e sem enxergar a sua existência como um todo.

No mundo contemporâneo em que hoje vivenciar  e experimentar tudo o que a tecnologia nos permite facilitar para nossa comunicação como um todo, isso faz com que nos tornem mais interligados uns aos outros e à tudo o que acontece ao nosso redor, ou seja, tudo funciona hoje, como sempre funcionou, de forma sistêmica, só que antes da globalização, não percebíamos tanto isso.

Do mesmo segmento são as organizações empresariais, quando estamos voltados para direcionar ou oferecer um serviço à algumas dessas organizações, temos que ter em mente o seguinte:

Objetivos, planejamento estratégicos e que através desses dois, gerem resultados eficazes. Isso sim, é pensar de forma sistêmica e não isolada!

O que é Pensar de Forma Sistêmica?

Pensar de forma sistêmica, é simplesmente pensar de forma integrada tentando avaliar aquilo que você está propondo, se irá mudar diretamente na prática e no dia a dia, a produtividade dos colaboradores daquela empresa.

Temos como óbvio, que tudo funciona ou deve funcionar totalmente interligados uns aos outros, caso não aconteça, ficamos vulneráveis à um resultado negativo. Vamos trazer um pouco para minha área de atuação.

Exemplos de Como Pensar de Forma Sistêmica

O conceito hoje do exercício físico vem mudando e o que mais defendemos e prezamos é trabalhar o corpo de uma forma inteligente, integrada, ou seja, como um todo.

Sendo assim, podemos ter um corpo mais saudável, ágil, com mobilidade, flexibilidade e com muita eficiência para desempenhar padrões de movimentos totalmente corretos.

É de extrema importância também, frisar um outro exemplo bem mais nítido de ajudar na compreensão:

Na medicina, os médicos têm que olhar o corpo humano de forma sistêmica, pois o nosso corpo tem em sua parte interna, além de fáscia muscular, músculos, artérias, vasos e etc.

Existem áreas que são compostas por órgãos, onde cada um é responsável por suas funções, ou seja, um está interligado ao outro ajudando no funcionamento como um todo.

Caso algum desses órgãos tenha um problema que cause uma deficiência em um deles, provavelmente começa a sobrecarregar os outros e na maioria das vezes acabam necessitando de uma ajuda externa para o tratamento.

Conclusão

Portanto, independente de qual área você atue ou até mesmo, para a nossa vida pessoal, devemos sempre raciocinar de forma sistêmica proporcionando benefícios e o que isso pode gerar de resultados à ponto de ser bom para ambos no sentido sistêmico.

Bom, espero que todos tenham compreendido e possam olhar tudo em sua  volta hoje de forma mais ampla, integrada, ou seja, sistêmica!!!

Leandro Carraco
Educador Executivo

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