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Confiança: uma questão de coragem


13/04/2022 Leticia Zanini

O desejo da maior parte das organizações é que as pessoas que atuam nelas participem, tragam ideias, soluções para os problemas, ao invés de mais dificuldades e possíveis resistências. Então, para que isso aconteça, é preciso construir uma cultura de confiança e, claro, refletir sobre quanto o ambiente favorece à construção da confiança nas pessoas e entre elas.

Assim sendo, entenda confiança como “credibilidade ou conceito positivo que se tem a respeito de alguém ou de algo”. A partir desse conceito, a próxima ação será refletir acerca do que está sendo buscado: a confiança, o resultado dela ou se, de fato, queremos confiar e promovê-la por meio de ações. Existe uma diferença. Isso porque é fato que sua construção nos leva a ambientes mais inovadores, colaborativos e com pessoas entregando resultados de forma mais humanizada.

No entanto, muitos gestores querem a confiança, o resultado do ato de confiar, desejam ter times expressivos, que não tenham medo de errar, que não se envergonham de suas falhas e que não tenham receio de expor suas ideias, mesmo que elas sejam contrárias ao pensamento do líder. Esse é o mundo ideal, porém, a questão-chave é: de que forma é promovido esse confiar? O primeiro ponto, quando falamos de confiança, é falar dela, da segurança como uma de suas características e também da permissão de se viver a vulnerabilidade no sentido de se expor sem saber se o resultado final será de ganho ou de perda.

Isto é, viver integralmente entre aquilo que fala e faz, além de ter humildade situacional de pedir ajuda, mesmo estando na posição de “piloto do avião”. Essa é a diferença entre confiança e confiar, pois muitos desejam o resultado, mas não promovem o processo. Então, se, de um lado, temos culturas e lideranças que promovem e sustentam mais a desconfiança do que o contrário disso, do outro, temos os colaboradores que, em determinadas situações, entregam o papel de protagonistas e ficam à mercê do papel de expectadores, esperando que as coisas mudem, sem que isso ocorra, de fato.

Dessa forma, eles emudecem em reuniões, concordam estando diantes da gestão e, por trás, discordam, não colaborando e reclamando das situações, ficando como se estivessem à espera de um milagre para que haja uma mudança de cenário. É hora de acordar! É preciso coragem para confiar, acreditar antes de desconfiar, falar mesmo que a maior parte não concorde e de se expor a riscos e aprendizados.

Além do mais, é necessário ter coragem de falar e ouvir, de falhar e construir. É preciso de coragem para ser quem se é, mesmo quando você está na contramão da manada, e acreditar nos talentos e nos diferencias que você possui, além de coragem para acreditar que um evento ou resultado não rotulam sua capacidade ou condição eternamente. Confiança é a escolha de confiar em si e no outro. Pense nisso!

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